A Temporada 1 de Black Ops 7 começou oficialmente em 4 de dezembro. Como manda a tradição, a atualização trouxe mais mapas e modos, mas o grande destaque que tem intrigado a comunidade são as novas funcionalidades do Endgame.
O modo de extração de Call of Duty recebeu uma inovação descrita como “significativa”: a introdução de um robô gigantesco que caminha pelo mapa.

O Primeiro “Evento Mundial”
Batizado de Colosso de Avalon, o robô representa o primeiro “evento mundial” do modo. O objetivo é convidar todos os jogadores do servidor — no máximo 32 — a colaborarem para derrubar a ameaça.
Essa mecânica preenche uma lacuna importante do jogo. Embora o modo seja puramente PvE (jogadores contra o ambiente) e o fogo amigo seja desativado, faltavam incentivos reais para que esquadrões diferentes se ajudassem. O Colosso é o primeiro passo encorajador para unir o servidor contra um inimigo comum.
Como funciona o combate?
Diferente do robô gigante visto em Black Ops 2, o Colosso de Avalon possui um design totalmente novo e uma mecânica de vulnerabilidade específica.
- Dano Externo: Atirar nele de longe é inútil. De fora, você não causará nenhum dano.
- Dano Interno: A ação real acontece “por dentro” do robô. É necessário invadir a máquina para destruí-la.
Para enfrentar o gigante, é necessário invocá-lo através de uma missão que costuma aparecer por volta dos 40 minutos de jogo. Uma vez ativo, ele permanece no mapa até ser destruído.

Vale a pena?
A presença de um monstro 3D tão grande gera um efeito visual impressionante e atrai os jogadores, que recebem um aviso pop-up e podem ver o robô a quilômetros de distância.
Para se dar bem, a dica é abusar da mobilidade: você pode “escalar” o Colosso utilizando o gancho de escalada e o traje de asas.
No entanto, a batalha ainda parece um pouco “crua”. Como o dano externo não conta, a luta perde a sensação de esforço coletivo massivo. Além disso, se o esquadrão souber o “truque” interno para vencê-lo, o confronto pode acabar rápido demais.
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